Ele tinha um dom. Quero dizer… Só podia ser um dom essa facilidade absurda de fazer com que tudo ficasse melhor pra mim, quando ele quisesse. Tinha um olhar profundo, que seria capaz de me convencer de qualquer coisa, um perfume natural que exalava calmaria […] E principalmente um sorriso que me obrigava a sorrir também, e fazia com que meu estômago se agitasse todo, como se cada parte de mim quisesse voar pra cima dele para abraçá-lo bem forte e não soltar nunca mais. Ele tinha a magia de me fazer feliz só pelo fato de respirar, e assim, fazer do mundo o meu lugar.
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